Em Anthrome, Belém aparece como um território moldado pelo encontro constante entre pessoas, águas, mercadorias, trabalho e ambiente. No Ver-o-Peso, um dos principais pontos de troca da cidade, esses elementos se encontram em uma paisagem em permanente movimento. Barcos, mercados, ruas, pessoas e urubus compartilham o mesmo espaço, onde trabalho, comércio, deslocamento e momentos de pausa acontecem lado a lado.
As imagens observam a vida cotidiana através das pessoas que habitam e transformam esse território. Entre o rio e as ruas, entre o trabalho e o descanso, o comércio e o movimento, o projeto procura perceber como a vida se adapta, ocupa e transforma continuamente o ambiente que a cerca.




















